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1- Combustível: 10 dicas para economizar

1- Combustível: 10 dicas para economizar

1- Pneus na calibragem certa

A calibragem errada influencia diretamente no consumo do carro – a maioria das pessoas nem imaginam, mas eles podem ser responsáveis por até 20% do gasto de combustível.

A dica é pegar o manual do proprietário e seguir direitinho as indicações para pneus dianteiros e traseiros (sim, a calibragem é diferente) e para carro carregado ou leve – e isso a cada 15 dias, no máximo.

 2 – Mantenha os pneus alinhados

Já que estamos falando de pneus, o alinhamento também é fundamental para a economia. Pense em um carrinho de compras velho, daqueles que você tem que gastar energia para mantê-lo em linha reta. Pois é exatamente isso, sendo que no caso do carro ainda há o desgaste desnecessário dos pneus. Verifique o alinhamento a cada 10 mil Km.

 3 – Saiba a hora de trocar para o álcool

Quem tem carro flex pode pular de um para outro combustível, mas para haver economia real é preciso saber a hora certa: só vale a pena se o preço do álcool estiver pelo menos 70% mais barato que a gasolina. Caso contrário não compensa.

4 – Faça a troca correta de marchas

Ninguém troca a marcha olhando o manual, mas dar uma espiada para conferir as velocidades corretas de cada uma pode significar uma boa economia de combustível. Imagine que o consumo aumenta significativamente tanto quando você está em quinta marcha a 50 Km/h quanto de você chegar a 100 Km/h em terceira.

 5 – Teto e carro vazio

Dos racks às bicicletas, passando pelas pranchas de surfe, tudo o que vai sobre o teto aumenta o consumo por causa da resistência do vento, perdendo em aerodinâmica. Da mesma forma, o peso também influencia o consumo, claro, já que o motor tem que fazer mais força para levar um carro pesado.

Então nada de bolsas, sapatos e mochilas nos bancos traseiros nem aquele monte de objetos completamente inúteis no porta-malas. A cada 40 Kg o consumo aumenta 2%.

 6 – Fuja dos congestionamentos

Em tempos de internet e satélite fica mais fácil traçar a melhor rota. Claro que nem sempre é possível, é verdade, mas sempre que puder tente rotas alternativas procurando o transito com melhor fluidez. Mais vale pegar um caminho mais longo a uma velocidade constante do que ficar no anda e para em marcha lenta.

7 – Prefira gasolina aditivada

Ela, em si, não reduz o consumo, mas como mantém o motor limpo reduzindo o seu desgaste, o desempenho também é melhor, o que significa economia de combustível a médio prazo.

8 – Regule o uso do ar-condicionado

Tem gente que não vive sem ele, afinal, além do conforto da temperatura estável, ele também propicia que os vidros fiquem fechados, melhorando a segurança e reduzindo o barulho exterior. Só que ele, sozinho, pode ser responsável por até 10% do consumo de combustível do carro, então vale a pena reduzir seu uso ao essencial

9 – Verifique as velas

 Dentre os itens de manutenção, são elas as que mais influenciam no gasto de gasolina. Além de trocá-las no tempo regulamentar, sempre que uma estragar todo o jogo deve ser trocado, já que elas é que geram energia na câmara de combustão para dar início à queima do ar com o combustível.

10 – Preste atenção no giro do motor

O consumo aumenta consideravelmente no giro acima de 2,3 mil e abaixo de 2 mil, então procure mantê-lo sempre nessa faixa.

15 curiosidades para quem ama carro.

15 curiosidades para quem ama carro.

1. Henrique Santos Dumont, irmão do Alberto, foi quem trouxe o primeiro automóvel para o Brasil, em 1893. Um Daimler movido a vapor.

2. Os acidentes acompanham a história dos carros. No Brasil, o primeiro acidente automobilístico foi causado por um célebre personagem da nossa cultura: o poeta Olavo Bilac, autor do hino à Bandeira. Em 1897, Bilac perdeu a direção e bateu contra uma árvore no Rio de Janeiro. O poeta saiu ileso, mas o veículo sofreu escoriações.

3. É possível imaginar carros sem espelho retrovisor? Pois é… ele precisou ser inventado algum dia e o autor da façanha foi o francês Alfred Faucher, em 1906. Aliás, ele também inventou a luz de freio e o pisca-pisca.

4. Já os limpadores de para-brisa foram patenteados pela americana Mary Anderson, em 1903. Mas funcionavam manualmente. Os operados mecanicamente apareceram em 1916 nos EUA.

5. Quem não gosta de som no carro? Mas o americano George Frost precisou ser pioneiro para usufruir desse benefício. Em 1922, com apenas 18 anos, ele instalou um rádio no seu Ford modelo T, o primeiro a ter essa ideia. Cinco anos depois, a empresa Philadelphia Storage Battery Company passou a fabricar auto-rádios em escala industrial, batizado de Philco Transitone.

6. Os tchecos (da antiga Thecoslováquia) foram os primeiros a perceber a importância dos pára-choques e o primeiro carro a ter o dispositivo foi desenvolvido por eles em 1897. Mas faltou aperfeiçoar a ideia, porque depois de rodar 15 quilômetros, o pára-choque caiu e não teve como ser instalado novamente. Foi o inglês F.R. Simms quem deu formato definitivo à invenção, colocando um pára-choque de borracha em seu carro em 1905.

7. O primeiro homem a dar uma volta em uma engenhoca movida a vapor foi o oficial de artilharia francês Nicolas Cugnot. Em 1769, o seu veículo de três rodas alcançou a velocidade de 4 km/h em uma rua de Paris, para – no auge de seu sucesso – colidir com uma árvore, produzindo o primeiro acidente de automóvel. Um ano depois, ele apresentou um novo modelo para o transporte de canhões. Ao dobrar uma esquina, Cugnot causou outro acidente. Desse modo, ele ainda seria o primeiro homem condenado por condução perigosa que acabou na prisão.

8. O número de carros no mundo aumenta em um ritmo duas vezes maior que o da população. A previsão é de que existirão pelo menos 2 bilhões de carros em todo o mundo até 2030. Atualmente, o número é de aproximadamente 1 bilhão.

9. Mais da metade do petróleo produzido no mundo todo é consumido por carros.

10. A maior multa de trânsito que se conhece foi emitida na Suiça, onde a penalidade é proporcional à renda do infrator. O milionário, que evita se identificar, pagou 1 milhão de dólares por ter furado um sinal vermelho.

11. O Guinness Book, livro dos recordes, garante que o menor carro do mundo (com licença para circular) é o inglês Wind UP. Ele tem pouco mais de um metro de altura (104 centímetros), 129 centímetros de comprimento e 66 de largura. O veículo pode atingir até 60 km/h.

12. Quem fabrica mais carros é a Toyota : 13 mil unidades por dia. É também a marca mais adquirida no planeta.

13. O carro mais caro de todos os tempos custou 7,8 milhões de dólares: é um Bugatti Royale Kellner Coupe de 1931.

14. O mais barato já não é mais o Lada, fabricado na Rússia e que entrou sem sucesso no nosso mercado. Atualmente, o Tata Nano, indiano, é o mais em conta.

15. A Ferrari é modelo industrial menos fabricado no mundo: quatro carros por dia, no máximo.

Recall automobilístico, o que é e como proceder?

Recall automobilístico, o que é e como proceder?

O recall é quando compramos algum produto seja ele veículos, eletrônicos, brinquedos ou até mesmo remédios, dentro de um lote danificado e que há chamada para reparação ou reposição

O principal objetivo do recall é evitar acidentes por parte do comprador, protegendo e preservando a vida e a saúde de quem adquiriu o produto danificado, a troca ou conserto devem acontecer sem qualquer ônus por parte do consumidor.

De acordo com a Lei 8.078/90 do Código de Defesa do Consumidor, “o fornecedor não pode colocar no mercado de consumo, produto ou serviço que apresente alto grau de risco à saúde ou segurança das pessoas. Caso o fornecedor venha a ter conhecimento da existência de defeito após a inserção desses produtos ou serviços no mercado, é sua obrigação comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores”.

E como proceder no recall automobilístico?

O recall automobilístico é visto com mais frequência porque ele oferece maior risco a vida do comprador. O veículo é um produto ativo que já pode ocorrer riscos por si só, porém se caso alguma peça ou montagem errada possa aumentar a probabilidade de uma acidente esse risco aumenta mais ainda.

A contatação do consumidor se dar por meio de veiculações na mídia e de ligações diretas aos clientes.

E se o veículo é seu fica mais fácil, basta apenas levar até a fabricante para corrigir o defeito, porém, se você está adquirindo o veículo converse com o proprietário do veículo e solicite a demonstrativo de que o veículo já foi corrigido. Geralmente a fabrica costuma emitir um documento certificando que o veículo já foi corrigido de falhas de produção.

Se o mesmo não tiver ou não tinha ciência de tal chamado, basta levar o veículo até a fabricante.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.
Você leva o carro para uma simples troca de óleo e o técnico que faz o atendimento chega com a novidade: pela quilometragem rodada já está na hora de trocar os amortecedores e essas pastilhas de freio também! Não importa. Você alega que roda pouco ou que tudo está funcionando perfeitamente e pensa que o mecânico está arrumando desculpa para trocar uma peça na hora errada só para gerar uma despesa sem necessidade. E não é bem assim.
Fazer a manutenção do carro nos prazos corretos é fundamental para manter o bom funcionamento do automóvel. Troca de óleo e filtros (de ar, óleo, combustível e cabine), alinhar e balancear rodas é o básico da manutenção que deve ser feito a cada 10 mil km ou conforme o manual do proprietário do veículo.
E em relação a outras peças de desgaste menos previsível? A quilometragem do carro é uma referência, mas o uso que se faz também deve ser levado em conta, já que a forma de dirigir, o tipo de piso onde se roda, a carga que se leva no carro, tudo se influencia no desgaste de alguns componentes específicos. Então, como saber se é necessário fazer ou não a substituição? Além de ter um mecânico de confiança a maioria dos componentes do veículo pode ser testada para que se tenha certeza de sua necessidade de substituição ou não.

Manutenção preventiva, porque fazer?

Manutenção preventiva, porque fazer?

Fazer a manutenção do veiculo é importante, pois garante no transito a segurança devida e necessária, sabem-se que os maiores casos de acidentes são causados pela falta da manutenção nos itens de segurança que são obrigatórios, esses itens em mal estados pode colocar em risco as pessoas que estiverem utilizando o automóvel, preste atenção também onde você leva para fazer essa manutenção, sempre vá a lugares de confiança.

Fazer a manutenção preventiva pode ser uma forma econômica para poder manter seu automóvel em bom estado e não te trazer nenhuma surpresa inesperada, no caso de que algo quebre e você precise gastar aquele dinheiro que não tinha, além de que isso pode ajudar a valorizar ele na hora de revender.

 

Dessa maneira você e sua família estarão em segurança, podendo passear e ir para qualquer lugar sem que algo de grave aconteça, todos nós sabemos que quando o veiculo esta com peças velhas e motor desregulado o consumo de combustível é maior e você sofrerá mais com gastos.

Com a manutenção você economiza e ainda diminui os riscos de você sofrer algum acidente, os itens que precisam ser revisados com frequência são os freios o fluido dele deve ser trocado uma vez por ano, as pastilhas e os discos devem ser revistos a cada 10 mil quilômetros.

Fundamental a troca de óleo e o filtro precisam ser trocados conforme as datas ditas pela montadora, normalmente a cada 10 mil quilômetros ou a cada seis meses, caso não faça essa troca você pode ter grandes problemas no motor e isso acarretara em bons prejuízos, fazer a manutenção dos filtros de ar, são baratos e rápidos para fazer, é bom fazer a troca, porque o motor funciona melhor com um bom fluxo de ar, já o tempo depende da utilização do veiculo, quanto mais usado for mais rápida terá que ser essa troca.

Verificar também o filtro de gasolina, pois ele é que ajuda a evitar a passagem de sujeira do seu toque para o motor, é importante estar sempre em bom estado  e deve ser trocado a 10 mil e 15 mil quilômetros rodados. Importante fazer a substituição das velas, pois elas também auxiliam para o bom funcionamento do motor. E também fazer o alinhamento e balanceamento a cada 10 mil quilômetros para assim evitar o desgaste excessivo dos pneus e fazer também o rodízio dele para melhor aproveitamento.

Dica: como usar o farol do seu carro.

Dica: como usar o farol do seu carro.

Além de colocar o cinto de segurança, seguir a velocidade permitida da pista e estar sempre atenta às condições do carro e às regras de trânsito, usar a luz certa ao dirigir é essencial para um tráfego tranquilo. O cuidado pode evitar acidentes graves, já que uma iluminação inadequada pode atrapalhar e muito os outros motoristas.

Mas entre lanterna, farol baixo, alto e pisca-alerta, você sabe qual usar em cada situação? Para acabar com a dúvida, vamos explicar qual e usar e quando é preciso.

Farol baixo Deve ser usado à noite nas vias iluminadas e durante o dia nos túneis com iluminação pública. Já as motos devem circular sempre com ele ligado.

Farol alto – Vias sem iluminação pedem por farol alto. Contudo, é preciso ficar atenta na mão contrária e, ao cruzar com outro veículo, diminuir a intensidade da luz.

Luz baixa e alta (intermitente e por curto período de tempo) – Essa sinalização é necessária na ultrapassagem ou para indicar a existência de perigo ao condutor da frente.

Lanterna (luzes de posição) – Indicada para fins de embarque ou desembarque de passageiros e carga ou descarga de mercadorias durante a noite. Também usada em condição de baixa visibilidade durante o dia, como chuva forte, neblina ou cerração.

Pisca-alerta – Em imobilizações, para indicar que está parada. Em situações de emergência também pode indicar ao condutor que vem atrás algum perigo à frente e a necessidade de frear rapidamente.

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

1- Quais as recomendações primordiais na hora de comprar um usado?

O primeiro passo é optar por esse tipo de compra em uma concessionária da marca do carro pretendido. É um local que geralmente oferece alguma garantia e dados mais fidedignos do veículo. O segundo é ir acompanhado de um mecânico de confiança no momento da compra. Ele vai saber por onde começar a olhar o automóvel.

2- Em quais lugares é mais recomendável efetuar a compra de um usado?

Esses lugares costumam fazer um filtro do que é essencial para entregar o carro ao futuro proprietário, como saber se ele foi recuperado de um sinistro e se há bloqueios administrativos. Comprar de locadoras também pode ser bom negócio, já que a maioria adquire os carros de um único dono.

3- No momento da compra, o que deve ser checado visualmente no carro?

Deve-se verificar todos os itens de segurança desde a validade do extintor, a existência de chave de rodas, triângulo e até as condições do estepe. Deve também verificar o nível de óleo e sua periodicidade de troca e solicitar até o histórico de manutenção do veículo, para que o futuro dono dê continuidade na conservação.

4- E o que deve ser checado em termos de mecânica?

Uma dica é ligar o carro em marcha lenta e verificar os níveis de ruído na cabine e de vibração do volante e da alavanca de câmbio – no caso de um modelo manual. Dar uma volta no quarteirão para checar também se há folga no pedal de freio e como o veículo se comporta quando passa em um buraco.

5- Existe algum macete para descobrir se o carro foi batido ou sofreu enchente?

Se o carro foi bem consertado é difícil perceber. Mas o que os profissionais recomendam verificar é o alinhamento de portas, capôs e porta-malas, se há irregularidade nos tons da pintura e olhar minuciosamente os parafusos, em especial das portas e tampas. Esses parafusos, quando vêm de fábrica, são geralmente pintados na cor da carroceria. Quando eles são de outros tons, é porque já houve algum conserto.

6- Adquirido o veículo, quais os próximos passos burocráticos?

Após comprar um veículo, é necessário fazer a comunicação de venda ao Departamento Estadual de Trânsito do município e a transferência em um prazo de até 30 dias. Algumas unidades do Detran oferecem um passo a passo completo para consulta na área de Veículos em seu sites. Caso o licenciamento não esteja pago ou existam outros débitos pendentes, é preciso quitar tudo para efetuar a transferência.

7- Como é possível verificar se as revisões anteriores foram realizadas em concessionária e se um possível recall foi atendido?

Quando for adquirir o veículo, se dê preferência a modelos que venham com o manual do proprietário. É lá que vêm os carimbos das revisões feitas em uma autorizada. No caso do recall, o vendedor deve guardar a carta de convocação e o documento emitido pela autorizada de que ele foi realizado para que sejam entregues ao futuro dono.

8- Há alguma forma de verificar se há pendências jurídicas?

A forma mais usual são as consultas aos portais do Detran, da Secretaria da Fazenda e da prefeitura da cidade. Nesses endereços é possível consultar débitos do veículo por meio de CPF e/ou CNPJ.

9- Como é possível checar a autenticidade do chassi e do motor?

O Detran sugere ao comprador que entre em um acordo com o vendedor para a realização de uma vistoria. Ela é gratuita e atesta a autenticidade da legalidade do motor e do chassi do veículo, além dos equipamentos obrigatórios (como pneu, extintor e espelhos retrovisores, entre outros). O laudo da vistoria poderá ser usado por até 30 dias após sua emissão no processo de transferência. Mas reserve tempo na sua agenda para fazer a checagem.

10- A lei protege quem compra o carro de um vendedor particular? E de uma loja?

O veículo comprado de uma loja conta com uma garantia assegurada pelo Código de Defesa do Consumidor. O prazo é de 90 dias para reclamar de vícios em geral – e não apenas de problemas no motor e no câmbio.

Problemas automotivos mais comuns:

Problemas automotivos mais comuns:

Cuidamos dos nossos carros como verdadeiros bens e queremos sempre o melhor. No entanto, mesmo com toda atenção e carinho, defeitos não tardam em aparecer.

E problemas que, a princípio, podem parecer pequenos, podem acabar virando uma grande dor de cabeça no futuro. Muitos itens essenciais até para segurança não podem ser ignorados e a falta de cuidado pode pesar no bolso. Quer conhecer quais são os principais defeitos comuns dos carros? Continue acompanhando!

Motor

O motor é o coração do carro, entretanto não é raro que dê defeito. Na maioria das vezes, isso acontece por falta de cuidado do dono. O óleo lubrificante, por exemplo, é essencial para que ele funcione adequadamente, mas nem por isso todos os trocam no período recomendado

A maioria das marcas recomenda fazer a mudança entre 5 e 10 mil quilômetros rodados, mas isso não é tudo. Carros que rodam pouco precisam trocar do mesmo jeito, pois após seis meses o líquido começa a oxidar e perde a qualidade de proteção. E se isso acontecer, seu motor começa a ficar sem lubrificação, juntando sujeira e superaquecendo. Em outras palavras, você detona a vida útil da sua peça mais fundamental. Não esqueça, também, de que o filtro precisa ser trocado junto: ele é muito barato, mas alguns mecânicos teimam em reaproveitá-lo.

Pastilhas de freios

As pastilhas são itens que costumam não ter uma durabilidade muito grande, mas ao mesmo tempo são pouco valorizadas pelos motoristas. Não é preciso refletir muito para saber que isso é um tremendo erro, porque o sistema de freios é talvez o mais importante do veículo.

As consequências podem ser desastrosas, portanto, é melhor evitar e proceder com a troca. São peças baratas e de simples manuseio, não gastando mais do que alguns minutos para a troca. O recomendado é verificar o estado delas a cada 10 mil km.

Correia Dentada

É uma tradição no Brasil trocar a correia dentada sempre que se compra um carro. E isso não está de todo errado, pois essa peça realmente sofre com o desgaste e pode causar muitos danos. É ela que conecta os eixos de comando de válvula com o virabrequim, fazendo a sincronia entre abertura e fechamento das válvulas.

Basta que ela se rompa para que o movimento perca a sincronia e elas se choquem com os pistões. Trocando a peça a cada 50 mil km você evita imprevistos. Vale lembrar que o serviço completo não é nada dispendioso.

Pneus

Os pneus são outros que estão entre os defeitos mais comuns dos carros. Não é raro vermos pessoas rodando com pneus carecas por aí, achando isso é normal. Mas o fato é que eles são o único contato efetivo do veículo com o solo, ou seja, se estiverem ruins você pode rapidamente perder o controle. Fuja de pneus remoldados e troque os seus pelo menos a cada 60 mil quilômetros ou sob recomendação do fabricante.

esses são os itens que se incluem entre os defeitos mais comuns dos carros. O interessante é que quem faz a manutenção preventiva te faz gastar bem menos. Seja inteligente e evite problemas no futuro: é melhor prevenir do que remediar.

O que é um Scanner automotivo?

O que é um Scanner automotivo?

Este dispositivo é um leitor de conexão OBD II que realiza a leitura dos problemas apontados por um veículo, diagnosticando o tipo de problema. Um scanner mais simples é conectado e resulta um código que indica qual o problema.

Já os equipamentos mais robustos indicam, além do diagnóstico, caminhos e possibilidades de controles. O que ocorre é que, em carros atuais, o controle eletrônico de seus equipamentos pode ser realizado através de conexões deste tipo. Os testes do sistema ABS, por exemplo, podem ser realizados diretamente através de um scanner automotivo.

Scanner automotivo serve para basicamente o mesmo fim que um leitor de códigos, mas em um nível de complexidade mais avançado. Além de informar a codificação do erro, ele faz um diagnóstico baseado em todos os dados emitidos pelo carro.

Além disso, ele reúne uma base de dados a respeito dos problemas anteriormente ocorridos, e – dependendo de quão avançado for o aparelho – realiza testes eletrônicos diretamente com a conexão no painel.

 

Isso significa que o scanner automotivo não realiza apenas a leitura de erros. Ele também realiza testes e diagnósticos próprios – o que faz dele uma ferramenta muito mais complexa.

Você sabe escolher o óleo para o seu carro?

Você sabe escolher o óleo para o seu carro?

Óleo mineral, semissintético ou sintético? Qual deles é o mais apropriado para o motor do veículo?

1- Óleo sintético é melhor que o mineral?

O óleo sintético é mais elaborado e com isso promete manter a viscosidade constante, independentemente da temperatura de funcionamento do motor. Com essa característica a tendência é não carbonizar o motor. A desvantagem é o preço, mais elevado. Para utilizar esse tipo de óleo é bom estimar o custo/benefício. Se você utiliza bastante o carro e roda muitos quilômetros, o óleo sintético compensa, pois a troca é mais estendida.

Já o óleo de base mineral é o mais comum do mercado. Atende perfeitamente a maioria dos motores, porém a troca se dá com menor quilometragem. Se não ficar atento ao prazo de troca pode-se desencadear uma carbonização que vai trazer problemas mais a frente.

2- O óleo mineral tem que ser trocado a cada seis meses independente da quilometragem. E o óleo sintético também tem prazo de validade dentro do motor?

O óleo do tipo mineral tem o uso por quilometragem recomendado até cinco mil quilômetros e o sintético, conforme a marca e especificação entre 15 e 20 mil quilômetros. Porém, uma vez adicionado ao motor, é preciso ficar atento ao prazo máximo para substituição, que em ambos os casos é de no máximo seis meses.

3. Colocar um óleo mais grosso aumenta o consumo em combustível?

O óleo com viscosidade mais elevada tende a lubrificar melhor. Entretanto, o motor, principalmente com baixa quilometragem, ainda não possui folgas e um óleo mais denso afetaria sim o seu consumo. Um óleo com essa característica é mais recomendado para motores com alta quilometragem, cujo velocímetro já ultrapassou os 100 mil km. Nesse caso, o motor já tem folgas maiores, e o óleo mais grosso viria a compensar a lubrificação.

Vale relembrar que o óleo indicado para cada motor leva em consideração uma série de fatores, como, por exemplo, a rotação submetida. Um motor de alto desempenho que recebe óleo mais grosso que o especificado vai comprometer a bomba de óleo. Isso provoca uma sensível diminuição da vida útil da bomba, pois vai diminuir a pressão e a vazão. No final, isso acabará por provocar a oxidação do óleo e também o entupimento dos canais de lubrificação, o que trará danos gravíssimos aos componentes móveis, levando a fundir o motor por deficiência de lubrificação.

4. O que faz formar borra no motor, o óleo normal ou o sintético?

Não faz diferença se o óleo é convencional ou sintético. Lubrificantes por si só não criam borra no motor. É necessário fazer algo com ele. Uma das reações mais comuns que contribuem para isso é ignorar as recomendações do produto, como por exemplo, o prolongamento do intervalo de drenagem de óleo além da recomendação do fabricante. Essa é uma das principais causas para a formação de borra. Na composição do lubrificante estão os aditivos, que com o tempo e a quilometragem esgotam sua capacidade de ação e não mais evitam esse processo. Se o motor tem um problema mecânico, como um vazamento do líquido arrefecedor interno ou um termostato que não permite que atinja temperaturas normais de funcionamento, isso também poderá causar a formação de borra de óleo.

5. Quais são as funções do filtro de óleo lubrificante, filtro de ar e filtro de combustível? Quando devem ser trocados?

O filtro de óleo deve ser substituído sempre que fizer a troca do óleo. Alguns motoristas têm o péssimo hábito de colocar um filtro novo apenas a cada duas trocas de óleo, uma prática nada recomendada. Sua função é separar os resíduos que contaminam o óleo, como por exemplo, as partículas metálicas resultantes do atrito das peças.

O filtro de combustível precisa ser trocado entre 15 e 20 mil quilômetros. Sua função é livrar o combustível de impurezas, como por exemplo, a ferrugem, os resíduos dos tanques e até mesmo irregularidades do próprio combustível.

Já o filtro de ar deve ser trocado a cada 10 mil quilômetros. Se trafegar bastante por estradas de terra o ideal é substituir em períodos menores. Sua função é filtrar o ar a ser sugado pelo motor. Nessa filtragem são separadas e eliminadas todas as partículas existentes no ar.