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11 Dicas que você precisa saber na hora de transportar crianças e bebês no carro.

11 Dicas que você precisa saber na hora de transportar crianças e bebês no carro.

Levar uma criança no carro exige cuidados e (muita) atenção. Se tudo o que você mais quer é transportar o bebê com conforto e segurança, veja estas 11 dicas:

1. Quais são os itens para o transporte de crianças?
Bebê conforto, base para bebê conforto (que facilita o encaixe), cadeirinha e assento de elevação (booster).
2. Quando devo usar cada item?
O que diz a lei:

0 a 1 ano: bebê conforto ou cadeirinha virada para trás.
1 a 4 anos: cadeirinha virada para a frente do carro.
4 a 7 anos e meio: booster preso no cinto de três pontas do carro (ideal até 1,45 m).

Também é importante ver o manual de instruções: mude do bebê conforto para a cadeirinha, por exemplo, quando seu filho passar do limite de altura e peso previsto no manual do bebê conforto. Outra dica: não tenha pressa para mudar de estágio. Faça a mudança com segurança!

3. O que é ISOFIX?
É um sistema de ancoragem da cadeirinha infantil. Ele é mais simples do que utilizar o cinto de três pontas para amarrar o bebê conforto ou a cadeirinha.
4. A amarração com cinto é menos segura?
Se feita corretamente, a amarração com cinto é tão segura quanto os sistemas de ancoragem Isofix e Latch. A principal diferença fica por conta da praticidade, o que também diminui as chances de instalação errada, como permitir folgas no cinto de segurança, por exemplo.
5. Qual é o tipo de cadeirinha mais seguro?
Todas as cadeirinhas verificadas pelo Inmetro cumprem as especificações de segurança. No caso dos equipamentos comprados fora do país, o ideal é ver se atende as regulamentações do mercado de origem e procurar mais informações a respeito da marca e do modelo.
6. Qual é a diferença entre Isofix e Latch?
Ambos são sistemas de ancoragem de cadeirinha, sendo o Isofix padrão europeu e o Latch padrão norte-americano. Vale lembrar que algumas cadeirinhas têm ambos os tipos de fixação, mas os sistemas não são compatíveis um com o outro. Por isso, vale ficar atento ao trazer cadeirinhas dos EUA, por exemplo, pois é mais comum carro com Isofix no Brasil.
7. Posso colocar a cadeirinha no banco da frente?
Não, é proibido por lei. O único caso permitido: para picapes de cabine simples. Mesmo assim, é necessário desligar o acionamento do airbag. Vale lembrar que o bebê conforto só pode ser usado virado para trás. Nunca coloque o bebê conforto virado para frente – o pescoço da criança fica mais protegido em caso de acidente ou frenagem brusca.
8. Qual é a melhor posição para colocar a cadeirinha no banco de trás?
Não há nenhuma determinação por lei, mas é recomendado instalar atrás do banco do passageiro por uma questão de comodidade, já que facilita a visualização da criança e reduz as chances de distração do motorista.
9. Qual é a idade permitida para passar para o banco da frente?
De acordo com a lei, a criança só pode se sentar no banco da frente a partir dos dez anos de idade, com exceção das picapes sem bancos traseiros. Ainda assim, continuam valendo as idades para bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação. Mas não tenha pressa, o banco de trás é mais seguro até para adultos.
10. Posso comprar uma cadeirinha usada?
Não é recomendado. Você nunca vai saber se o item já foi submetido a um acidente ou a uma queda brusca, comprometendo sua efetividade.
11. Posso transportar o bebê no colo?
Não. Além de não ser permitido por lei, é extremamente perigoso. Nunca deixe de usar o item de segurança, nem se o trajeto for curto. A maioria dos acidentes acontece perto de casa, quando a velocidade não passa de 50 km/h.

5 coisas que podem prejudicar a pintura do seu carro.

5 coisas que podem prejudicar a pintura do seu carro.
1.Chuva ácida

Ela pode atacar a pintura do automóvel por conta da presença de gases e partículas (como o azoto e enxofre) na atmosfera. Esse fenômeno ocorre principalmente em grandes cidades e, infelizmente, não tem como prevenir ou identificar qual o tipo de chuva. Por isso, é recomendado lavar o carro com água ao chegar em casa após ter enfrentado uma chuva. Além disso, pode-se previnir o dano à pintura mantendo o carro sempre encerado, desta forma, a água não para na superfície.

2.Chuva de granizo

As pedrinhas de gelo podem rachar a pintura do carro. Se isso acontecer, não demore para procurar um profissional para o reparo, pois além de danificar a pintura, há risco de infiltração de água, o que enferruja a lataria.

3.Maresia

Quem mora em cidades litorâneas deve tomar ainda mais cuidado com a pintura do carro. Se o veículo apresentar amassados, arranhões ou qualquer outro dano que tenha deixado a superfície metálica exposta, procure uma oficina para reparo, pois em contato com a maresia pode criar corrosões.

4.Temperaturas extremas

Cuidado ao expor o veículo a temperaturas muito altas ou baixas. Muito frio pode craquelar o verniz. Já deixá-lo exposto a muito calor pode modificar a tonalidade da cor. Porém, fatores como esses ocorrem apenas se o automóvel ficar exposto durante muito tempo, em temperaturas acima de 35 graus, em regiões como Rio de Janeiro ou Nordeste, ou abaixo de zero, como ocorre no Sul do país. Vale ressaltar que carros novos e mais modernos possuem pinturas preparadas para isso, com camada de verniz bastante resistente. Portanto, esse fenômeno costuma ocorrer apenas com veículos antigos.

5. Sabão não neutro na lavagem

Assim como no caso anterior, o uso de produtos de limpeza não apropriados para veículos podem provocar problemas na pintura, principalmente quando não removidos completamente. Procure por produtos com PH neutro para limpeza do automóvel.

Recall automobilístico, o que é e como proceder?

Recall automobilístico, o que é e como proceder?

O recall é quando compramos algum produto seja ele veículos, eletrônicos, brinquedos ou até mesmo remédios, dentro de um lote danificado e que há chamada para reparação ou reposição

O principal objetivo do recall é evitar acidentes por parte do comprador, protegendo e preservando a vida e a saúde de quem adquiriu o produto danificado, a troca ou conserto devem acontecer sem qualquer ônus por parte do consumidor.

De acordo com a Lei 8.078/90 do Código de Defesa do Consumidor, “o fornecedor não pode colocar no mercado de consumo, produto ou serviço que apresente alto grau de risco à saúde ou segurança das pessoas. Caso o fornecedor venha a ter conhecimento da existência de defeito após a inserção desses produtos ou serviços no mercado, é sua obrigação comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores”.

E como proceder no recall automobilístico?

O recall automobilístico é visto com mais frequência porque ele oferece maior risco a vida do comprador. O veículo é um produto ativo que já pode ocorrer riscos por si só, porém se caso alguma peça ou montagem errada possa aumentar a probabilidade de uma acidente esse risco aumenta mais ainda.

A contatação do consumidor se dar por meio de veiculações na mídia e de ligações diretas aos clientes.

E se o veículo é seu fica mais fácil, basta apenas levar até a fabricante para corrigir o defeito, porém, se você está adquirindo o veículo converse com o proprietário do veículo e solicite a demonstrativo de que o veículo já foi corrigido. Geralmente a fabrica costuma emitir um documento certificando que o veículo já foi corrigido de falhas de produção.

Se o mesmo não tiver ou não tinha ciência de tal chamado, basta levar o veículo até a fabricante.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.
Você leva o carro para uma simples troca de óleo e o técnico que faz o atendimento chega com a novidade: pela quilometragem rodada já está na hora de trocar os amortecedores e essas pastilhas de freio também! Não importa. Você alega que roda pouco ou que tudo está funcionando perfeitamente e pensa que o mecânico está arrumando desculpa para trocar uma peça na hora errada só para gerar uma despesa sem necessidade. E não é bem assim.
Fazer a manutenção do carro nos prazos corretos é fundamental para manter o bom funcionamento do automóvel. Troca de óleo e filtros (de ar, óleo, combustível e cabine), alinhar e balancear rodas é o básico da manutenção que deve ser feito a cada 10 mil km ou conforme o manual do proprietário do veículo.
E em relação a outras peças de desgaste menos previsível? A quilometragem do carro é uma referência, mas o uso que se faz também deve ser levado em conta, já que a forma de dirigir, o tipo de piso onde se roda, a carga que se leva no carro, tudo se influencia no desgaste de alguns componentes específicos. Então, como saber se é necessário fazer ou não a substituição? Além de ter um mecânico de confiança a maioria dos componentes do veículo pode ser testada para que se tenha certeza de sua necessidade de substituição ou não.

A importância do manual do carro.

A importância do manual do carro.

Consultar o manual do proprietário é fundamental na manutenção do usado.

O manual do proprietário do automóvel é um item que, na maior parte do tempo, fica guardado – até mesmo esquecido – em alguma gaveta ou no porta-luvas. Mas, embora não seja feito de ferro, aço, vidro ou plástico, é uma das principais peças do veículo. É ali que estão explicadas todas as funções do carro. Segui-lo à risca e periodicamente pode gerar economia na manutenção e mantém seu usado em ordem. Além disso, apresentar o livreto em boas condições valoriza o carro na hora da revenda. Veja por que ele é tão importante.

1. O manual indica quando o usado deve passar pelas revisões, geralmente, a cada 10.000 km. As revisões precisam ser feitas na concessionária e carimbadas no manual. Se você usar a garantia, é o carimbo que provará que as revisões estão em dia.

2. Tome muito cuidado nas mudanças feitas no automóvel, que podem provocar a perda da garantia de fábrica e depreciar seu carro. Não mexa na suspensão e nem substitua as rodas originais por outras maiores, por exemplo. Antes de mexer no seu usado, pesquise o manual.

3. O livro mostra as marcas de peças e produtos recomendados pelo fabricante para a reposição. Não leve em conta aquela velha história de que os pneus devem ser calibrados com 28 libras de pressão. O manual mostra a medida certa de seu veículo.

4. O manual dá a explicação correta sobre o significado de todos aqueles ícones e letrinhas existentes no painel. Quando um deles se acende, é porque algo está errado.

5. Quando você quiser vender seu usado, é importante que o manual esteja em bom estado, pois revela que você se preocupa com a manutenção do carro. A prática do mercado diz que não ter o manual é sinônimo de desleixo na manutenção e faz seu carro perder valor.

Manutenção preventiva, porque fazer?

Manutenção preventiva, porque fazer?

Fazer a manutenção do veiculo é importante, pois garante no transito a segurança devida e necessária, sabem-se que os maiores casos de acidentes são causados pela falta da manutenção nos itens de segurança que são obrigatórios, esses itens em mal estados pode colocar em risco as pessoas que estiverem utilizando o automóvel, preste atenção também onde você leva para fazer essa manutenção, sempre vá a lugares de confiança.

Fazer a manutenção preventiva pode ser uma forma econômica para poder manter seu automóvel em bom estado e não te trazer nenhuma surpresa inesperada, no caso de que algo quebre e você precise gastar aquele dinheiro que não tinha, além de que isso pode ajudar a valorizar ele na hora de revender.

 

Dessa maneira você e sua família estarão em segurança, podendo passear e ir para qualquer lugar sem que algo de grave aconteça, todos nós sabemos que quando o veiculo esta com peças velhas e motor desregulado o consumo de combustível é maior e você sofrerá mais com gastos.

Com a manutenção você economiza e ainda diminui os riscos de você sofrer algum acidente, os itens que precisam ser revisados com frequência são os freios o fluido dele deve ser trocado uma vez por ano, as pastilhas e os discos devem ser revistos a cada 10 mil quilômetros.

Fundamental a troca de óleo e o filtro precisam ser trocados conforme as datas ditas pela montadora, normalmente a cada 10 mil quilômetros ou a cada seis meses, caso não faça essa troca você pode ter grandes problemas no motor e isso acarretara em bons prejuízos, fazer a manutenção dos filtros de ar, são baratos e rápidos para fazer, é bom fazer a troca, porque o motor funciona melhor com um bom fluxo de ar, já o tempo depende da utilização do veiculo, quanto mais usado for mais rápida terá que ser essa troca.

Verificar também o filtro de gasolina, pois ele é que ajuda a evitar a passagem de sujeira do seu toque para o motor, é importante estar sempre em bom estado  e deve ser trocado a 10 mil e 15 mil quilômetros rodados. Importante fazer a substituição das velas, pois elas também auxiliam para o bom funcionamento do motor. E também fazer o alinhamento e balanceamento a cada 10 mil quilômetros para assim evitar o desgaste excessivo dos pneus e fazer também o rodízio dele para melhor aproveitamento.

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

1- Quais as recomendações primordiais na hora de comprar um usado?

O primeiro passo é optar por esse tipo de compra em uma concessionária da marca do carro pretendido. É um local que geralmente oferece alguma garantia e dados mais fidedignos do veículo. O segundo é ir acompanhado de um mecânico de confiança no momento da compra. Ele vai saber por onde começar a olhar o automóvel.

2- Em quais lugares é mais recomendável efetuar a compra de um usado?

Esses lugares costumam fazer um filtro do que é essencial para entregar o carro ao futuro proprietário, como saber se ele foi recuperado de um sinistro e se há bloqueios administrativos. Comprar de locadoras também pode ser bom negócio, já que a maioria adquire os carros de um único dono.

3- No momento da compra, o que deve ser checado visualmente no carro?

Deve-se verificar todos os itens de segurança desde a validade do extintor, a existência de chave de rodas, triângulo e até as condições do estepe. Deve também verificar o nível de óleo e sua periodicidade de troca e solicitar até o histórico de manutenção do veículo, para que o futuro dono dê continuidade na conservação.

4- E o que deve ser checado em termos de mecânica?

Uma dica é ligar o carro em marcha lenta e verificar os níveis de ruído na cabine e de vibração do volante e da alavanca de câmbio – no caso de um modelo manual. Dar uma volta no quarteirão para checar também se há folga no pedal de freio e como o veículo se comporta quando passa em um buraco.

5- Existe algum macete para descobrir se o carro foi batido ou sofreu enchente?

Se o carro foi bem consertado é difícil perceber. Mas o que os profissionais recomendam verificar é o alinhamento de portas, capôs e porta-malas, se há irregularidade nos tons da pintura e olhar minuciosamente os parafusos, em especial das portas e tampas. Esses parafusos, quando vêm de fábrica, são geralmente pintados na cor da carroceria. Quando eles são de outros tons, é porque já houve algum conserto.

6- Adquirido o veículo, quais os próximos passos burocráticos?

Após comprar um veículo, é necessário fazer a comunicação de venda ao Departamento Estadual de Trânsito do município e a transferência em um prazo de até 30 dias. Algumas unidades do Detran oferecem um passo a passo completo para consulta na área de Veículos em seu sites. Caso o licenciamento não esteja pago ou existam outros débitos pendentes, é preciso quitar tudo para efetuar a transferência.

7- Como é possível verificar se as revisões anteriores foram realizadas em concessionária e se um possível recall foi atendido?

Quando for adquirir o veículo, se dê preferência a modelos que venham com o manual do proprietário. É lá que vêm os carimbos das revisões feitas em uma autorizada. No caso do recall, o vendedor deve guardar a carta de convocação e o documento emitido pela autorizada de que ele foi realizado para que sejam entregues ao futuro dono.

8- Há alguma forma de verificar se há pendências jurídicas?

A forma mais usual são as consultas aos portais do Detran, da Secretaria da Fazenda e da prefeitura da cidade. Nesses endereços é possível consultar débitos do veículo por meio de CPF e/ou CNPJ.

9- Como é possível checar a autenticidade do chassi e do motor?

O Detran sugere ao comprador que entre em um acordo com o vendedor para a realização de uma vistoria. Ela é gratuita e atesta a autenticidade da legalidade do motor e do chassi do veículo, além dos equipamentos obrigatórios (como pneu, extintor e espelhos retrovisores, entre outros). O laudo da vistoria poderá ser usado por até 30 dias após sua emissão no processo de transferência. Mas reserve tempo na sua agenda para fazer a checagem.

10- A lei protege quem compra o carro de um vendedor particular? E de uma loja?

O veículo comprado de uma loja conta com uma garantia assegurada pelo Código de Defesa do Consumidor. O prazo é de 90 dias para reclamar de vícios em geral – e não apenas de problemas no motor e no câmbio.

Problemas automotivos mais comuns:

Problemas automotivos mais comuns:

Cuidamos dos nossos carros como verdadeiros bens e queremos sempre o melhor. No entanto, mesmo com toda atenção e carinho, defeitos não tardam em aparecer.

E problemas que, a princípio, podem parecer pequenos, podem acabar virando uma grande dor de cabeça no futuro. Muitos itens essenciais até para segurança não podem ser ignorados e a falta de cuidado pode pesar no bolso. Quer conhecer quais são os principais defeitos comuns dos carros? Continue acompanhando!

Motor

O motor é o coração do carro, entretanto não é raro que dê defeito. Na maioria das vezes, isso acontece por falta de cuidado do dono. O óleo lubrificante, por exemplo, é essencial para que ele funcione adequadamente, mas nem por isso todos os trocam no período recomendado

A maioria das marcas recomenda fazer a mudança entre 5 e 10 mil quilômetros rodados, mas isso não é tudo. Carros que rodam pouco precisam trocar do mesmo jeito, pois após seis meses o líquido começa a oxidar e perde a qualidade de proteção. E se isso acontecer, seu motor começa a ficar sem lubrificação, juntando sujeira e superaquecendo. Em outras palavras, você detona a vida útil da sua peça mais fundamental. Não esqueça, também, de que o filtro precisa ser trocado junto: ele é muito barato, mas alguns mecânicos teimam em reaproveitá-lo.

Pastilhas de freios

As pastilhas são itens que costumam não ter uma durabilidade muito grande, mas ao mesmo tempo são pouco valorizadas pelos motoristas. Não é preciso refletir muito para saber que isso é um tremendo erro, porque o sistema de freios é talvez o mais importante do veículo.

As consequências podem ser desastrosas, portanto, é melhor evitar e proceder com a troca. São peças baratas e de simples manuseio, não gastando mais do que alguns minutos para a troca. O recomendado é verificar o estado delas a cada 10 mil km.

Correia Dentada

É uma tradição no Brasil trocar a correia dentada sempre que se compra um carro. E isso não está de todo errado, pois essa peça realmente sofre com o desgaste e pode causar muitos danos. É ela que conecta os eixos de comando de válvula com o virabrequim, fazendo a sincronia entre abertura e fechamento das válvulas.

Basta que ela se rompa para que o movimento perca a sincronia e elas se choquem com os pistões. Trocando a peça a cada 50 mil km você evita imprevistos. Vale lembrar que o serviço completo não é nada dispendioso.

Pneus

Os pneus são outros que estão entre os defeitos mais comuns dos carros. Não é raro vermos pessoas rodando com pneus carecas por aí, achando isso é normal. Mas o fato é que eles são o único contato efetivo do veículo com o solo, ou seja, se estiverem ruins você pode rapidamente perder o controle. Fuja de pneus remoldados e troque os seus pelo menos a cada 60 mil quilômetros ou sob recomendação do fabricante.

esses são os itens que se incluem entre os defeitos mais comuns dos carros. O interessante é que quem faz a manutenção preventiva te faz gastar bem menos. Seja inteligente e evite problemas no futuro: é melhor prevenir do que remediar.

O que é um Scanner automotivo?

O que é um Scanner automotivo?

Este dispositivo é um leitor de conexão OBD II que realiza a leitura dos problemas apontados por um veículo, diagnosticando o tipo de problema. Um scanner mais simples é conectado e resulta um código que indica qual o problema.

Já os equipamentos mais robustos indicam, além do diagnóstico, caminhos e possibilidades de controles. O que ocorre é que, em carros atuais, o controle eletrônico de seus equipamentos pode ser realizado através de conexões deste tipo. Os testes do sistema ABS, por exemplo, podem ser realizados diretamente através de um scanner automotivo.

Scanner automotivo serve para basicamente o mesmo fim que um leitor de códigos, mas em um nível de complexidade mais avançado. Além de informar a codificação do erro, ele faz um diagnóstico baseado em todos os dados emitidos pelo carro.

Além disso, ele reúne uma base de dados a respeito dos problemas anteriormente ocorridos, e – dependendo de quão avançado for o aparelho – realiza testes eletrônicos diretamente com a conexão no painel.

 

Isso significa que o scanner automotivo não realiza apenas a leitura de erros. Ele também realiza testes e diagnósticos próprios – o que faz dele uma ferramenta muito mais complexa.

Como funciona a suspensão e cada componente dela.

Como funciona a suspensão e cada componente dela.

A suspensão é o sistema responsável pela estabilidade do veículo. Seu objetivo é absorver, por meio dos seus componentes, todas as irregularidades do solo. Também é o encarregado de manter as quatro rodas no chão e auxiliar no desempenho do automóvel.

Veja as função das principais peças da suspensão e como preservá-las. Por toda a importância e a funcionalidade do sistema de suspensão, é altamente recomendável que sejam feitas as manutenções preventivas de acordo com a indicação do fabricante. É importante também fazer visitas ao mecânico sempre que surgirem estranhos ruídos. E sempre que houver alguma mudança deve ser feito o alinhamento.

Amortecedor

O amortecedor tem sua funcionalidade interligada à mola. É o componente essencial ao sistema de suspensão. Ele atua no sentido de amenizar as irregularidades do solo em conjunto com a mola. Se o seu carro estiver sem estabilidade e com ruídos vindos dessa parte do carro, os amortecedores podem estar gastos. Isso provoca o desgaste prematuro dos outros componentes da suspensão e dos pneus, além de prejudicar a segurança do carro.

Mola

Juntamente ao amortecedor, compõe a principal função de amortecimento dos problemas da pista. Essa mola pode ser do tipo feixe de molas ou helicoidal.  Por ser muito flexível, a mola é o componente mais eficiente para filtrar as imperfeições do asfalto. Se o carro apresentar falta de estabilidade e barulho pela suspensão, o problema pode ser o gasto excessivo da mola.

Braço oscilante

Tem a função de servir como apoio para a coluna de suspensão, que é articulável, e o chassi. Atenção à dirigibilidade comprometida acompanhada do barulho na suspensão. As buchas podem estar gastas ou danificadas.

Pivô de suspensão

Auxilia a coluna da suspensão no seu movimento de sobe e desce permitindo, assim, o ângulo de oscilação do braço. O maior indicativo de que estão gastos são ruídos.

Barra estabilizadora

Promove a ligação entre uma coluna de suspensão e a outra. Esse componente é o responsável pela estabilidade do veículo em altas velocidades, em retas e em curvas. Ela é presa à carroceria por buchas de ligação e às colunas por meio de bieletas. O sintoma de falha na funcionalidade desse componente é a falta de estabilidade e o barulho na suspensão