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Recall automobilístico, o que é e como proceder?

Recall automobilístico, o que é e como proceder?

O recall é quando compramos algum produto seja ele veículos, eletrônicos, brinquedos ou até mesmo remédios, dentro de um lote danificado e que há chamada para reparação ou reposição

O principal objetivo do recall é evitar acidentes por parte do comprador, protegendo e preservando a vida e a saúde de quem adquiriu o produto danificado, a troca ou conserto devem acontecer sem qualquer ônus por parte do consumidor.

De acordo com a Lei 8.078/90 do Código de Defesa do Consumidor, “o fornecedor não pode colocar no mercado de consumo, produto ou serviço que apresente alto grau de risco à saúde ou segurança das pessoas. Caso o fornecedor venha a ter conhecimento da existência de defeito após a inserção desses produtos ou serviços no mercado, é sua obrigação comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores”.

E como proceder no recall automobilístico?

O recall automobilístico é visto com mais frequência porque ele oferece maior risco a vida do comprador. O veículo é um produto ativo que já pode ocorrer riscos por si só, porém se caso alguma peça ou montagem errada possa aumentar a probabilidade de uma acidente esse risco aumenta mais ainda.

A contatação do consumidor se dar por meio de veiculações na mídia e de ligações diretas aos clientes.

E se o veículo é seu fica mais fácil, basta apenas levar até a fabricante para corrigir o defeito, porém, se você está adquirindo o veículo converse com o proprietário do veículo e solicite a demonstrativo de que o veículo já foi corrigido. Geralmente a fabrica costuma emitir um documento certificando que o veículo já foi corrigido de falhas de produção.

Se o mesmo não tiver ou não tinha ciência de tal chamado, basta levar o veículo até a fabricante.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.

A troca programada de peças, um cuidado que se teve ter.
Você leva o carro para uma simples troca de óleo e o técnico que faz o atendimento chega com a novidade: pela quilometragem rodada já está na hora de trocar os amortecedores e essas pastilhas de freio também! Não importa. Você alega que roda pouco ou que tudo está funcionando perfeitamente e pensa que o mecânico está arrumando desculpa para trocar uma peça na hora errada só para gerar uma despesa sem necessidade. E não é bem assim.
Fazer a manutenção do carro nos prazos corretos é fundamental para manter o bom funcionamento do automóvel. Troca de óleo e filtros (de ar, óleo, combustível e cabine), alinhar e balancear rodas é o básico da manutenção que deve ser feito a cada 10 mil km ou conforme o manual do proprietário do veículo.
E em relação a outras peças de desgaste menos previsível? A quilometragem do carro é uma referência, mas o uso que se faz também deve ser levado em conta, já que a forma de dirigir, o tipo de piso onde se roda, a carga que se leva no carro, tudo se influencia no desgaste de alguns componentes específicos. Então, como saber se é necessário fazer ou não a substituição? Além de ter um mecânico de confiança a maioria dos componentes do veículo pode ser testada para que se tenha certeza de sua necessidade de substituição ou não.

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

10 dicas para não errar na hora de comprar um carro usado

1- Quais as recomendações primordiais na hora de comprar um usado?

O primeiro passo é optar por esse tipo de compra em uma concessionária da marca do carro pretendido. É um local que geralmente oferece alguma garantia e dados mais fidedignos do veículo. O segundo é ir acompanhado de um mecânico de confiança no momento da compra. Ele vai saber por onde começar a olhar o automóvel.

2- Em quais lugares é mais recomendável efetuar a compra de um usado?

Esses lugares costumam fazer um filtro do que é essencial para entregar o carro ao futuro proprietário, como saber se ele foi recuperado de um sinistro e se há bloqueios administrativos. Comprar de locadoras também pode ser bom negócio, já que a maioria adquire os carros de um único dono.

3- No momento da compra, o que deve ser checado visualmente no carro?

Deve-se verificar todos os itens de segurança desde a validade do extintor, a existência de chave de rodas, triângulo e até as condições do estepe. Deve também verificar o nível de óleo e sua periodicidade de troca e solicitar até o histórico de manutenção do veículo, para que o futuro dono dê continuidade na conservação.

4- E o que deve ser checado em termos de mecânica?

Uma dica é ligar o carro em marcha lenta e verificar os níveis de ruído na cabine e de vibração do volante e da alavanca de câmbio – no caso de um modelo manual. Dar uma volta no quarteirão para checar também se há folga no pedal de freio e como o veículo se comporta quando passa em um buraco.

5- Existe algum macete para descobrir se o carro foi batido ou sofreu enchente?

Se o carro foi bem consertado é difícil perceber. Mas o que os profissionais recomendam verificar é o alinhamento de portas, capôs e porta-malas, se há irregularidade nos tons da pintura e olhar minuciosamente os parafusos, em especial das portas e tampas. Esses parafusos, quando vêm de fábrica, são geralmente pintados na cor da carroceria. Quando eles são de outros tons, é porque já houve algum conserto.

6- Adquirido o veículo, quais os próximos passos burocráticos?

Após comprar um veículo, é necessário fazer a comunicação de venda ao Departamento Estadual de Trânsito do município e a transferência em um prazo de até 30 dias. Algumas unidades do Detran oferecem um passo a passo completo para consulta na área de Veículos em seu sites. Caso o licenciamento não esteja pago ou existam outros débitos pendentes, é preciso quitar tudo para efetuar a transferência.

7- Como é possível verificar se as revisões anteriores foram realizadas em concessionária e se um possível recall foi atendido?

Quando for adquirir o veículo, se dê preferência a modelos que venham com o manual do proprietário. É lá que vêm os carimbos das revisões feitas em uma autorizada. No caso do recall, o vendedor deve guardar a carta de convocação e o documento emitido pela autorizada de que ele foi realizado para que sejam entregues ao futuro dono.

8- Há alguma forma de verificar se há pendências jurídicas?

A forma mais usual são as consultas aos portais do Detran, da Secretaria da Fazenda e da prefeitura da cidade. Nesses endereços é possível consultar débitos do veículo por meio de CPF e/ou CNPJ.

9- Como é possível checar a autenticidade do chassi e do motor?

O Detran sugere ao comprador que entre em um acordo com o vendedor para a realização de uma vistoria. Ela é gratuita e atesta a autenticidade da legalidade do motor e do chassi do veículo, além dos equipamentos obrigatórios (como pneu, extintor e espelhos retrovisores, entre outros). O laudo da vistoria poderá ser usado por até 30 dias após sua emissão no processo de transferência. Mas reserve tempo na sua agenda para fazer a checagem.

10- A lei protege quem compra o carro de um vendedor particular? E de uma loja?

O veículo comprado de uma loja conta com uma garantia assegurada pelo Código de Defesa do Consumidor. O prazo é de 90 dias para reclamar de vícios em geral – e não apenas de problemas no motor e no câmbio.

Problemas automotivos mais comuns:

Problemas automotivos mais comuns:

Cuidamos dos nossos carros como verdadeiros bens e queremos sempre o melhor. No entanto, mesmo com toda atenção e carinho, defeitos não tardam em aparecer.

E problemas que, a princípio, podem parecer pequenos, podem acabar virando uma grande dor de cabeça no futuro. Muitos itens essenciais até para segurança não podem ser ignorados e a falta de cuidado pode pesar no bolso. Quer conhecer quais são os principais defeitos comuns dos carros? Continue acompanhando!

Motor

O motor é o coração do carro, entretanto não é raro que dê defeito. Na maioria das vezes, isso acontece por falta de cuidado do dono. O óleo lubrificante, por exemplo, é essencial para que ele funcione adequadamente, mas nem por isso todos os trocam no período recomendado

A maioria das marcas recomenda fazer a mudança entre 5 e 10 mil quilômetros rodados, mas isso não é tudo. Carros que rodam pouco precisam trocar do mesmo jeito, pois após seis meses o líquido começa a oxidar e perde a qualidade de proteção. E se isso acontecer, seu motor começa a ficar sem lubrificação, juntando sujeira e superaquecendo. Em outras palavras, você detona a vida útil da sua peça mais fundamental. Não esqueça, também, de que o filtro precisa ser trocado junto: ele é muito barato, mas alguns mecânicos teimam em reaproveitá-lo.

Pastilhas de freios

As pastilhas são itens que costumam não ter uma durabilidade muito grande, mas ao mesmo tempo são pouco valorizadas pelos motoristas. Não é preciso refletir muito para saber que isso é um tremendo erro, porque o sistema de freios é talvez o mais importante do veículo.

As consequências podem ser desastrosas, portanto, é melhor evitar e proceder com a troca. São peças baratas e de simples manuseio, não gastando mais do que alguns minutos para a troca. O recomendado é verificar o estado delas a cada 10 mil km.

Correia Dentada

É uma tradição no Brasil trocar a correia dentada sempre que se compra um carro. E isso não está de todo errado, pois essa peça realmente sofre com o desgaste e pode causar muitos danos. É ela que conecta os eixos de comando de válvula com o virabrequim, fazendo a sincronia entre abertura e fechamento das válvulas.

Basta que ela se rompa para que o movimento perca a sincronia e elas se choquem com os pistões. Trocando a peça a cada 50 mil km você evita imprevistos. Vale lembrar que o serviço completo não é nada dispendioso.

Pneus

Os pneus são outros que estão entre os defeitos mais comuns dos carros. Não é raro vermos pessoas rodando com pneus carecas por aí, achando isso é normal. Mas o fato é que eles são o único contato efetivo do veículo com o solo, ou seja, se estiverem ruins você pode rapidamente perder o controle. Fuja de pneus remoldados e troque os seus pelo menos a cada 60 mil quilômetros ou sob recomendação do fabricante.

esses são os itens que se incluem entre os defeitos mais comuns dos carros. O interessante é que quem faz a manutenção preventiva te faz gastar bem menos. Seja inteligente e evite problemas no futuro: é melhor prevenir do que remediar.

Problemas na embreagem? Descubra.

Problemas na embreagem? Descubra.

A embreagem é um conjunto mecânico que tem por objetivo interromper a rotação do motor que é transmitida ao câmbio, assim, com o cambio parado (ou quase parado), o motorista consegue fazer a mudança das engrenagens sem que elas se atritem, evitando aquele famoso ruído “clrahss.

Geralmente os “sintomas” percebidos no carro quando há um problema de embreagem são ruído na hora de trocar a marcha, um barulho semelhante a um ferro batendo em um ferro, e isso pode indicar que ela não está abrindo as engrenagens o bastante para a troca de marcha. O pedal mais firme do que o de costume também pode indicar desgaste nas peças, assim como o carro tremer na hora da troca da marcha.

O importante é ir ao mecânico de confiança assim que qualquer desses problemas descritos a cima aparecer, pois só a avaliação será capaz de identificar o problema, e lembre-se quanto antes você leva-lo a uma oficina, provavelmente mais em conta sairá o reparo do carro.

Suspensão Mecânica

Suspensão Mecânica

suspensao-mecanicaFeito por um conjunto de mola e amortecedor, a suspensão é necessária para absorver a energia de precipitação de base (lombadas e buracos, por exemplo) e a capacidade de aderência ao solo, considerado como um filtro mecânico do veículo.

As molas e os amortecedores permitem a movimentação controlado do sistema, o desconforto seria muito grande, principalmente em pisos irregulares, distribuindo os esforços de maneira igualitária aos eixos.

Revisão

A suspensão é uma das partes de segurança mais importantes dos veículos e problemas apresentados neste item devem ter uma atenção total por parte do motorista. Procure um centro confiável como a ZF AutoCar e faça uma revisão.